segunda-feira, 3 de março de 2008

Pensamento

(...)À primeira vista, isso pode parecer estranho. Afinal, estamos acostumados a pensar que, na modernidade, os indivíduos são definidos por suas potencialidades futuras mais do que pelo passado. Não é assim?

Pois é, não exatamente. A modernidade começa quando paramos de deixar que a tradição diga quem somos. Não terei necessariamente a mesma profissão que meu pai, não serei nobre porque ele foi, não viverei no mesmo lugar dos meus antepassados, não escolherei meus amores para preservar a integridade de minha casta, religião ou raça e por aí vai.
Mas se o legado da tradição se torna menos relevante, é justamente porque o que me constitui é minha história -não apenas a intensidade do momento e a audácia de meus planos, mas o conjunto das experiências que vivi.

No começo da Revolução Francesa, o povo queria fazer tábua rasa: eliminar os nobres pela guilhotina e seus vestígios pelo fogo. Após um vigoroso debate, os vestígios foram poupados, e foram inventados os museus públicos. Poucas décadas depois, nasciam os conceitos de patrimônio histórico e de preservação dos monumentos. Ao mesmo tempo, surgia um interesse, que nunca mais se desmentiu, pela narração e pela compreensão da história.

Não funcionamos diferente: é possível guilhotinar os amores do passado ou (menos radical) apagar seus números de nosso celular, é possível até queimar fotografias -embora dificilmente sacrificaremos aquele desenho que compramos juntos, num sábado, na praça Benedito Calixto. De qualquer forma, mais que a lembrança, os rastros do passado sempre assombram o presente e o futuro.

Quando decretamos novos começos, ilusórios ou não, nem por isso conseguimos apagar nossa história: podemos apenas contá-la mais uma vez, quem sabe revisá-la ou corrigi-la, para pior ou para melhor.

Texto extraído de : http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0111200737.htm

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Fotos - Visto por outra lente - By Leslie










Fotos - Visto por outra lente - By Sofia











Fotos - Visto pela câmera dos outros(By Pedro)

As fotos abaixo são de amigos que tiraram de mim e me enviaram.







quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Mais Fotos





























quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Your Time is running out

Uma das promessas pessoais que fiz no caminho a mim mesmo foi respeitar mais as pessoas. Priorizar a qualidade do que a quantidade

E muitas vezes as pessoas confundem com indecisão.

Todos dizem que estou a perder tempo.

Especialmente porque estou a sorrir a alguém. Mas há momentos que não parece surtir efeito.

Haja salada para manter a forma. E me fazer notar.

Me sinto às vezes como o personagem da foto abaixo.

Please não se comporte como a Lucy.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Sentimento após o caminho

Após 3 meses de chegar da Espanha, e conseguir dar rumo na minha vida.

Uma mensagem ótima apareceu no jornal hoje e resume bem como estou me sentindo.